por Heather Jennings, PE

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the lagoon sludge layer, that is.
I’ve seen many lagoons full of sludge, and the general attitude I find in the water industry is that the sludge layer is inert and really can only be mechanically dredged.
To a certain point, that is correct: sand, soil, grit, plastics—basically inorganics—do need to be mechanically dredged.
The organics, on the other hand, don’t, and they are easily removed with bioremediation.
Recentemente, concluí um estudo de um ano em uma lagoa municipal que aceitava alguns resíduos de processadores de alimentos.
Avaliamos o lodo da lagoa e observamos a bioatividade em toda a coluna de água por meio da medição trimestral do ATP durante um ano.
O nível mais alto de bioatividade estava na camada de lodo!
Ao longo do ano, vimos que os impactos tóxicos/sépticos também inibiram a bioatividade dessa camada, embora com atraso em relação ao restante da coluna d’água.
O interessante foi ver como a bioatividade aumentou à medida que o lodo foi estimulado com nosso produto Bio Energizer®.
Perto do final do ano de aplicação do Bio Energizer®, a bioatividade caiu, mas isso se correlacionou com a redução dos orgânicos na camada de lodo.
O que faz sentido: menos biomassa, menos bioatividade.
De modo geral, foi muito empolgante ver como a camada de lodo era bioativa e que, quando estimulada, ela pode biorremediar os próprios orgânicos com apenas um pequeno empurrão bioestimulante.
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“Lagoons: Under the Surface”.
(32 páginas, 34 figuras, 37 tabelas)
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